Estava rindo, de como as coisas aceleram e é tanta a vontade de por pra fora que não dá tempo de saber o que escrever.
Eu tinha um caso pra contar, na verdade é um acontecimento tão gostoso.
Ha alguns dias conversei com uma pessoa muito querida que em tempos não tinha notícias. Ô gente... como o coração engana. Parecia agora ser calmo, sensato e normal mais continua sendo tão avassalador.
Não estranhei a sensação, por que não permito ter menos a essa pessoa, é impróprio a ele, tão intensa quanto. Demos tanta volta e nos esbarramos, e confesso que sempre me surge um calafrio uma tremedeira.
A importância disso tudo foi que ficou.
Ficou o jeito bunitimmmm.
Ficou a impaciência.
Ficou a intuição.
Não preciso dizer que procê, eu quero o melhor. Você me cedeu pouco tempo, mais horas indescritíveis de muita coisa boa. Quando pode, fez dar certo e tudo errado, mais fez bem.
Mudanças acontecem e a gente não decide quando. A minha cabeça diz pro meu coração, calma. Mais meu coração acelera. Gosto do indiferente, não pretendo ser normal. E espero ter sido caos de coisas boas na sua vida.
O importante é o que se aprende. Eu tenho a certeza de que amo tudo que foi, tudo que acontece e o que virá. Não existe lógica, eu sou puro sentimento e as vezes nada sensata.
É um mal que faz bem.

...“Olhando o relógio o tempo não passa.
Olhando as pessoas, falando de espaço,antigas verdades, viraram mentiras,
e nada protege de uma paixão vir acontecer.
E ai tudo muda, olhando pro céu, e ai tudo muda ...
Paciência confirma os fatos que coração descobriu...
Tudo é relativo, quando te fazer feliz me faz feliz.
Se a história for sempre assim, melhor pra mim.”